![]() desde que nascemosDesenvolvemos crenças e narrativas que tentam dar sentido à existência. Criamos robôs, congelamos doentes, enterramos reis com "criados", ouro e comida (caso eles precisem). Fazemos oferendas para agradar e pedir e muitas vezes nossa mente consegue mesmo. Religião? Filosofia? Ciência? Todas? A ideia do nada absoluto é perturbadora. Vai contra nossa experiência cotidiana que parece seguir ciclos constantes de transformações. Criamos escolas, hospitais, fábricas para congelar. A ideia do nada absoluto é perturbadora. Assumir o fim definitivo da nossa consciência exige ir contra nossa experiência cotidiana. Oramos e obtemos. Suplicamos e mesmo assim morremos (para um eterno relativo e provisório, enquanto alguém ainda lembrar de nós). Tudo que vivemos e aprendemos pode deixar de existir. A consciência sobrevive a morte do corpo? A morte é uma transição para outro estado de ser, ou não, é o fim mesmo. A consciência transcende o ser? Ou não. Talvez Nietzsche tenha razão em afirmar que niilista é aquele que acredita nos transcendentais. Será que há um limite para a experiência da consciência? Estamos pulando em entrelinhas do multiverso? Já estamos mortos e nossa consciência continua navegando por outras possibilidades? Estamos todos mortos, Colossenses 3:3-10, "um eco da nossa busca por algo eterno" (Elías Montiel).
fonte: http//qual-o-estado-dos-mortos.com.br
LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 11/03/2025
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