LucianaFranklin

“A palavra é metade de quem a pronuncia, metade de quem a escuta” Michel de Montaigne

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Muitas pessoas só o conhecem com a língua para fora

Albert Einstein acreditava no "Deus de Spinoza", uma visão que não se refere a uma divindade pessoal, mas sim à harmonia e ordem do cosmos, manifestada nas leis da natureza. Ele rejeitava a ideia de um Deus que intervém nos assuntos humanos e se descrevia não como ateu, mas como um "crente religioso". Para ele o divino se manifesta na complexidade e harmonia do universo, sendo a própria natureza. Essa visão de mundo é frequentemente ligada ao panteísmo, a crença de que Deus é tudo e tudo é Deus. Albert explicitamente negava um Deus que se preocupasse com o destino e as ações dos seres humanos. Ele chamou essa crença de "ingênua" e a descreveu a palavra "Deus" como um "produto da fraqueza humana", valorizando o que chamou de "religiosidade cósmica", que é uma admiração pela ordem superior do universo, alcançada através da ciência. Para ele, entender o universo através da física era uma forma de se conectar com essa dimensão religiosa, como se estivesse "abrir o livro do mundo".

LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 28/11/2025
Alterado em 28/11/2025
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