

A Luz não "Viaja"A visão de Richard Feynman, baseada na Eletrodinâmica Quântica (QED), sugere que a luz não "viaja" apenas em linha reta do ponto A ao B. Em vez disso, os fótons percorrem todos os caminhos possíveis simultaneamente. O resultado final observado é a soma das amplitudes de probabilidade de todos esses caminhos. A luz considera caminhos curvos, indiretos e até mais rápidos/lentos que a velocidade convencional. A maioria dos caminhos "estranhos" se cancela mutuamente. O caminho em linha reta (ou caminho de tempo mínimo) é onde as fases se somam de forma construtiva. Na mecânica quântica, existem amplitudes para o fóton viajar a velocidades superiores ou inferiores à da luz convencional, embora a informação não se propague acima de Diagramas de Feynman que são ferramentas de cálculo que mapeiam essas possibilidades, onde o conceito clássico de "viajar" é substituído por interações de amplitude. Em suma, a luz não "viaja" como uma partícula clássica, mas sim como uma onda de probabilidade que se espalha por todas as trajetórias, resultando no caminho retilíneo observável apenas após o cancelamento das interferências.
FONTE/IMAGEM: https://pt.wikipedia.org/wiki/Velocidade_da_luz_vari%C3%A1vel LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 05/02/2026
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