LucianaFranklin

“A palavra é metade de quem a pronuncia, metade de quem a escuta” Michel de Montaigne

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psiconauta
O termo "psiconauta" foi originalmente cunhado pelo escritor alemão Ernst Jünger em seu ensaio "Annäherungen: Drogen und Rausch" (Aproximações: Drogas e Êxtase), publicado em 1970. No texto, Jünger traça paralelos entre a exploração de estados alterados de consciência e a exploração física de territórios desconhecidos, alertando sobre os perigos de encontrar "barreiras" ocultas na consciência, assim como um explorador pode encontrar obstáculos em uma expedição geográfica.

O termo foi posteriormente popularizado pelo etnobotânico Jonathan Ott no início dos anos 2000, que o utilizou em suas publicações acadêmicas sobre enteógenos e estados alterados de consciência. Ott contribuiu para estabelecer o conceito no meio acadêmico, diferenciando a exploração sistemática da consciência do uso meramente recreativo de substâncias psicoativas.

Em 1982, o ocultista britânico Peter J. Carroll publicou "Psychonaut" (mais tarde reunido com "Liber Null" em um único volume), obra fundamental da Magia do Caos que apresenta o psiconauta como aquele que utiliza técnicas mágicas e estados alterados para explorar a própria mente e realizar mudanças na realidade. A obra de Carroll teve profunda influência no ocultismo contemporâneo, sistematizando práticas que integram conceitos de xamanismo, física quântica e teoria do caos.

O trabalho com sonhos é considerado por muitos psiconautas uma ferramenta valiosa para compreender processos psicológicos inconscientes.

FONTE: https://pt.wikipedia.org/wiki/Psiconauta
LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 06/02/2026
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