

decadence avec élégance (pas au Brésil)O movimento decadente (do francês décadence , lit. ' decadência ' ) foi um movimento artístico e literário do final do século XIX , centrado na Europa Ocidental , que seguiu uma ideologia estética de excesso e artificialidade, floresceu primeiro na França e depois se espalhou por toda a Europa e pelos Estados Unidos e foi caracterizado pela crença na superioridade da fantasia humana e do hedonismo estético sobre a lógica e o mundo natural . O conceito de decadência remonta ao século XVIII, especialmente aos escritos de Montesquieu , o filósofo iluminista que sugeriu que o declínio ( décadence ) do Império Romano se devia em grande parte à sua decadência moral e à perda de padrões culturais. Quando o latinista Désiré Nisard se voltou para a literatura francesa, comparou Victor Hugo e o Romantismo em geral à decadência romana, homens que sacrificavam seu ofício e seus valores culturais em nome do prazer. As tendências que ele identificou, como o interesse pela descrição, a falta de adesão às regras convencionais da literatura e da arte e o amor pela linguagem extravagante, foram as sementes do movimento decadente. O Brasil é um país decadente. Socialmente, economicamente, politicamente. Com valores sociais, morais, éticos, cada vez piores. Mas que insiste, preocupado apenas com sua aparência “para Inglês ver”, em tentar vender uma imagem de elegância, que não existe.
(...) Há muito tempo que eu já dizia Toda essa chinfra não te garante Você não sabe arte de saber andar Nem de salto alto, nem de escada rolante Sua vida não tem muito sentido Sempre em dia com o seu atraso Mas e daí ela se acha tão chic Troca seu destino por qualquer acaso E perdeu a pose Décadence avec élégance Décadence avec élégance Ou ou ou ou ou ou ou ou ou Ela diz pra mim "seja um bom rapaz Pratique algum esporte, tenha bons ideais" Afinal de contas o fim do mundo não é nenhum fim de mundo E se for, descanse em paz. (...)
Decadence avec elegance. Lobão*, 1985
*"Decadence Avec Élégance" (1985), de Lobão, é uma crônica irônica sobre a superficialidade da alta sociedade carioca nos anos 80, criticando quem valoriza aparências e status em detrimento da autenticidade. A letra aborda a "decadência" moral vivida com estilo ("élégance"), focando em uma figura fútil, mas elegante. LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 09/04/2026
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