

Metafísica do ronco*Reações automáticas do corpo, como o ronco, sob a ótica da metafísica da saúde, podem revelar o que o corpo fala através de impulsos fisiológicos, tensões psíquicas, bloqueios inconscientes ou reações diante de ambientes e pessoas. Conforme o médico Rüdiger Dahlke, o ronco está associado a pessoas que têm dificuldade em ceder, recuar ou abrir mão de seus pontos de vista, demonstrando rigidez, apego, teimosia e necessidade de manter o controle e mesmo durante o sono, estado de descanso e entrega, o corpo se mantém em alerta, como se dissesse que não pode baixar a guarda. Essa tensão inconsciente reflete uma postura de defesa constante e a pessoa que ronca carrega verdades absolutas e acredita que precisa manter sua posição a todo custo, mesmo que isso signifique travar conflitos silenciosos ou interiores. Esse padrão de rigidez também pode se manifestar como excesso de responsabilidade, perfeccionismo ou medo de parecer fraco e o ronco surge como expressão de um corpo que não relaxa, nem mesmo nos momentos destinados ao repouso. O som vibratório produzido pelo palato mole indica a dificuldade de aceitar os fatos como são, especialmente quando a realidade não corresponde ao modelo idealizado sendo um sinal de que há retenção de emoções não expressas, resistência a mudanças e excesso de controle. O corpo tenta descansar, mas a mente continua travando batalhas invisíveis.
* O livro "A Doença como Caminho" (escrito pelo psicólogo Thorwald Dethlefsen e pelo médico Rüdiger Dahlke) propõe que doenças e sintomas não são inimigos, mas sim mensageiros do inconsciente.
GASPARETTO. Luiz Antonio. VALCAPELLI. Metafísica da Saúde (5 volumes). São Paulo: Vida em consciência.
LucianaFranklin
Enviado por LucianaFranklin em 17/07/2026
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